Pense nisso !!!!

O que você faz pode desaparecer . O que você é permanece vivo porque transforma os outros . (Jonhn C. Marxwell )



Com a força do nosso amor e da nossa vontade , nós poderemos mudar o nosso destino e o destino de muita gente. (Paulo Coelho )

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Saúde Indígena

Dia 28 de janeiro de 2012 aconteceu no PSF Topázio um evento que reuniu, Idosos da região, Adultos, Crianças e Indígenas.

Parabéns Dr. Marta pelo evento !







quinta-feira, 14 de julho de 2011

Novidade !

Revista The Lancet publica relatório sobre a Saúde no Brasil
06/07/2011

A revista científica The Lancet publicou em maio de 2011 um longo relatório intitulado A Saúde no Brasil. A série traça um panorama dos avanços da saúde pública no nosso país em seis artigos e cinco comentários. Os editores Sabine Kleinart e Richard Horton, em seu comentário , ressaltam a  tradição de investimentos em saúde pública e o Sistema Único de Saúde como exemplos a serem seguidos. Apontam que “de sua posição como um dos países mais desiguais no mundo em 1989, muitas conquistas foram alcançadas nas últimas duas décadas”.
Segundo os autores, “o SUS melhorou enormemente o acesso aos cuidados de saúde primários e de emergência”. Mas afirmam também: “há muito ainda a ser feito. A complexa mistura das carências na saúde pública e privada exige urgentemente atenção”.  E concluem: “esperamos que essa série realmente mostre porque o Brasil não só deve ser levado mais a sério pelas comunidades internacionais científicas e da saúde, como também deve ser admirado pela implementação de reformas que posicionaram a igualdade no acesso à saúde no centro da política nacional”.
A publicação é dividida em seis artigos e cinco comentários, todos hospedados na Biblioteca Virtual do site da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (www.paliativo.org.br) e de acesso livre (basta digitar The Lancet na ferramenta de busca):

Fonte: ANCP

domingo, 30 de janeiro de 2011

Nutrologia

PARA O PÚBLICO

Saber e Saúde
FATORES QUE INFLUENCIAM A ABSORÇÃO DE FERRO
O ferro é um mineral essencial para o organismo. A anemia por deficiência de ferro – também conhecida como anemia ferropriva – é a doença mais comum causada pela deficiência de um micronutriente. É encontrado sob diferentes formas nos alimentos. Comentaremos sobre o ferro heme (veja a definição de heme em http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemo), encontrado em fontes de origem animal, e sobre o ferro não-heme, encontrado predominantemente em fontes de origem vegetal. O ferro heme é melhor aproveitado pelo organismo, ou seja, tem maior biodisponibilidade.
Fontes de ferro heme: carnes vermelhas; fígado e miúdos, em geral; carne de aves; peixes, mexilhões e mariscos; gema de ovo.
Fontes de ferro não-heme: leguminosas, como feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja; folhas verdes escuras, como brócolis, espinafre, mostarda, couve, taioba, rúcula, chicória, agrião e folhas de beterraba; frutas secas como uva-passa, figo e damasco; sementes oleaginosas, como castanhas, amendoim, pistache, avelã, semente de girassol e de abóbora; cereais integrais, como centeio, cevada, aveia, arroz integral e trigo integral (principalmente no gérmen do trigo); tofu, beterraba, inhame, batata-doce, melado, rapadura, açúcar mascavo, levedo de cerveja, açaí, entre outros. O ferro não-heme é o mais afetado tanto por fatores ligados ao indivíduo como à dieta. Por exemplo, a falta de secreção do ácido clorídrico pelo estômago (acloridria) prejudica a sua absorção. De modo geral, 5 a 10% do ferro não-heme da dieta são absorvidos por um indivíduo com estado nutricional adequado a esse mineral. Isto porque, se o indivíduo apresentar deficiência, o próprio organismo aumenta a sua capacidade de absorção (chegando em torno de 30%). A absorção do ferro heme é relativamente independente da composição da refeição, ou seja, é pouco afetada por fatores facilitadores ou inibidores presentes na alimentação, exceto pelo cálcio. Em dietas mistas, a absorção do ferro heme pode chegar a 15-20%. A carne bovina possui 50% do seu teor de ferro na forma heme, cuja biodisponibilidade varia de 15 a 35%. A absorção desta forma de ferro também é menos influenciada pelo estado nutricional do indivíduo. Alimentos como espinafre, ostras, fígado, ervilhas, legumes e carnes possuem as maiores densidades de ferro (mg/kcal). Entretanto, nem o total de ferro contido no alimento nem a densidade do nutriente são guias sensíveis para a escolha da fonte alimentar, pois algumas delas são praticamente não-biodisponíveis. No leite materno, a biodisponibilidade do ferro (lactoferrina) é de aproximadamente 50%, enquanto o leite de vaca é considerado uma fonte pobre de ferro. A causa mais comum de anemia na infância pode ser a utilização do leite de vaca, associada à pequena quantidade de carne ingerida. A solução nesta etapa do desenvolvimento é a utilização de fórmulas e cereais fortificados com ferro. Concluindo, a biodisponibilidade do ferro presente na refeição depende:
da forma química;
da presença ou ausência de fatores que influenciam a sua absorção;
das necessidades do indivíduo.
 O acompanhamento sistemático do estado nutricional deste mineral torna-se importante em todas as fases da vida, especialmente em crianças, mulheres em idade fértil e idosos.
 Veja as fontes de fatores que interferem na absorção do ferro, mencionados acima:
 Fontes de cálcio: principalmente laticínios (leites, queijos e iogurtes); também nas amêndoas, avelãs, castanhas, tofu, espinafre, couve, feijão, soja, melado, sardinha, entre outros.
 Fontes de oxalato: espinafre, cacau, beterraba, ruibarbo, gérmen de trigo, noz pecã, amendoim, morango, quiabo e tomate; níveis de oxalato, no entanto, parecem ter pouca relevância na biodisponibilidade do ferro.
 Fontes de fitatos: casca de castanhas, sementes (como a linhaça) e grãos; farinha de soja e de cereais (como aveia e milho, inclusive nas preparações de cereais matinais infantis); no entanto, dependendo do método de moagem e processamento dos grãos, o teor de fitato pode ser reduzido, melhorando a biodisponibilidade do ferro.
 Fontes de polifenóis (taninos): chás (inclusive na erva-mate do chimarrão), café e chocolate.
 Fontes de vitamina C: acerola, laranja, limão, tangerina, abacaxi, mamão papaya, morango, kiwi, melão, manga, melancia, goiaba, uva, tomate, brócolis, pimentão, couve-flor, couve-de-bruxelas, repolho, folha de mostarda, de nabo e de mandioca, quiabo, agrião e batata-inglesa.

 Fonte : Site da Sociedade Brasileira de Nutrologia



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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Palestra sobre Varicela ( Catapora)

No dia 27/08/2010 a médica do PSF Jardim das Acácias Dra. Ana  Flávia realizou uma palestra junto aos professores da creche Tia Chica localizada no Bairro Jardim das Acácias. Nesta data foi ministrada uma aula sobre principais sinais e sintomas da varicela assim como forma de contágio e tratamento.