Pense nisso !!!!

O que você faz pode desaparecer . O que você é permanece vivo porque transforma os outros . (Jonhn C. Marxwell )



Com a força do nosso amor e da nossa vontade , nós poderemos mudar o nosso destino e o destino de muita gente. (Paulo Coelho )

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

O GLOBO



Idosos hospitalizados sofrem mais perdas cognitivas


Período pós-internação é mais delicado; efeito é observado a longo prazo

CHICAGO, Illinois — Idosos que são hospitalizados têm mais risco de sofrer problemas cognitivos depois de receberem alta, de acordo com um estudo publicado na revista “Neurology” e motivo de artigo do “New York Times”. O motivo ainda não se sabe, mas acredita-se que tanto a doença que levou o paciente para o hospital quanto os tratamentos recebidos durante a internação contribuam para tal. E o risco parece permanecer durante vários anos, segundo Robert Wilson, autor do estudo e professor de ciências neurológicas e comportamentais na Centro Médico Universitário Rush, em Chicago.
Wilson e sua equipe examinaram informações de 1.355 pessoas, com 65 anos ou mais, que participaram do Projeto Saúde e Envelhecimento, um estudo de longo prazo sobre doenças crônicas desenvolvido em três áreas de Chicago com população bastante diversificada. Todos os pacientes foram hospitalizados em algum momento entre janeiro de 1993 e dezembro de 2007. Eles passavam por entrevistas a cada três anos, quando também eram submetidos a testes de avaliação de seu estado mental. Pelo menos uma entrevista ocorria antes de uma hospitalização e duas depois, para permitir a comparação.
Os pesquisadores descobriram que o nível de declínio cognitivo de muitos dos pacientes mais velhos aumentou significativamente após uma estada no hospital, afetando seu raciocínio e memória. É normal que haja alguma perda nesta fase da vida, mas ela mais do que dobrou.
— É como se as pessoas ficassem dez anos mais velhas do que eram, do ponto de vista cognitivo, depois de uma hospitalização — explica Wilson, ressaltando que o problema não ocorreu com todos os pacientes cujos dados foram analisados.
Especialmente vulnerável a este efeito foram as pessoas com doenças mais graves, que permaneceram hospitalizadas por longos períodos, e pacientes que começaram a apresentar problemas de memória e raciocínio antes de serem internados.
— Achamos que um período no hospital pode revelar e acelerar problemas cognitivos identificados previamente — conclui Wilson.
Já é sabido que a internação pode interferir na habilidade dos pacientes idosos de executar atividades diárias tais como tomar banho e vestir-se sozinho, lembra Kenneth Covinsky, professor de geriatria da Universidade da Califórnia.
— O que essa nova pesquisa faz é confirmar algo de que suspeitávamos, mas não havia dados suficientes para afirmarmos isso antes deste estudo — disse ele.
Ele frisa que é importante que a família do paciente esteja ciente do problema, para ajudá-lo na volta para casa.
— É preciso entender que, quando seu parente idoso volta do hospital, ele pode passar por um período de muita vulnerabilidade —disse Covinsky. — E pode precisar de mais apoio ainda (do que antes da hospitalização).
Para Malaz Boustani, professor associado de medicina na Universidade de Indiana, o delírio — uma transformação abrupta no estado mental que ocorre em 20% dos pacientes hospitalizados — pode ser o responsável pelo declínio cognitivo observado mais tarde e mostrado no estudo do Centro Médico Universitário Rush. Quando acometidos por delírio, os pacientes ficam confusos, desorientados e agitados, ou, pelo contrário, alheios e recolhidos.
— O delírio já foi tratado como algo transitório. Mas, cada vez mais, vem sendo considerado um dano cerebral que pode mudar a trajetória do estado cognitivo — diz Boustani. — Mesmo quando a pessoa está supostamente recuperada, parece haver um efeito residual.
O que é preciso descobrir agora, diz o médico, é se o problema ocorre em consequência da doença que levou o paciente ao hospital ou pelo tratamento dado a ele durante a internação.
— Mas parece que as duas coisas contribuem — diz ele.
Professora associada de medicina da Universidade de Washinton, Catherine Hough afirma que o declínio cognitivo pós-hospitalização pode estar ligado a efeitos de longo prazo — e pouco estudados — de medicamentos recebidos durante a internação.
Outros fatores podem contribuir, a longo prazo, para o declínio cognitivo, como pequenos derrames, nível de açúcar no sangue não controlado e falta de atividade mental durante o tempo de internação, diz a médica.
Felizmente, observa Robert Wilson, como há meios de prevenir o delírio e controlar estes outros fatores, é legítimo acreditar que o declínio cognitivo de pacientes idosos após a internação é algo que se pode prevenir.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


Números impressionantes sobre Alzheimer!


Vou destacar algumas estatísticas sobre o impacto da doença de Alzheimer no mundo, mas o que me chama mais atenção, além desses números impressionantes, é a acanhada atuação dos setores de saúde do Brasil, que pouco ou nada fazem para minimizar o impacto extremamente negativo que as demências impactam em nossos idosos e em nossas famílias, também afetadas por tão devastadora doença!

Nós, brasileiros, não temos ainda a cultura de contar, catalogar e colocar em números as nossas realidades, principalmente, de saúde. As estatísticas que temos ainda são falhas e duvidosas, principalmente quando se fala em doenças degenerativas, de alto impacto familiar , como a doença de Alzheimer.

Os números americanos são impressionantes e vamos enumerá-los agora:

ESTADOS UNIDOS:

§  5 milhões de pessoas com Alzheimer

§  Metade de idosos com mais de 85 anos já apresentam algum grau de demência

§  Após 65 anos, 7 a 10% dos idosos americanos já tem algum grau de deficit cognitivo mais evidente, que deverá ser investigado mais seriamente

§  Os idosos com Alzheimer, quando internam, ficam 3 vezes mais tempo internados, que o os pacientes sem Alzheimer

§  Os idosos com Alzheimer apresentam 3 vezes mais internações hospitalares que outros doentes

§  Quando os idosos com Alzheimer internam, gastam 21 vezes (VINTE E UMA) mais custos hospitalares que a população em geral

§  63% dos idosos com câncer têm Alzheimer, 60% dos idosos com cardiopatias têm Alzheimer, 53% dos idosos com problemas urológicos já têm algum grau de demência e 52% de idosos com problemas de visão também já têm algum grau de demência

§  Em todo o mundo, mais de 30 milhões de idosos com Alzheimer!

§  ACREDITA-SE QUE NO BRASIL TENHAMOS 1,5 MILHÃO DE IDOSOS COM ALZHEIMER.

Não só pela doença de Alzheimer, mas pela crescente população idosa no Brasil, que já conta com 21 milhões de idosos, segundo o IBGE, os nossos serviços de saúde encontram-se sobrecarregados e pouco capacitados para atender a demanda de pessoas mais idosas. Abaixo, mais alguns números que impressionam:

§  63% das consultas ambulatoriais são para pessoas idosas

§  48% dos internamentos hospitalares são de idosos

§  metade das vagas de UTI são preenchidas por idosos

§  80% das consultas domiciliares e atendimentos de home care são para idosos!

É urgente, é premente, é muito importante que a sociedade brasileira acorde para essa gritante realidade: NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA CUIDAR DE NOSSOS IDOSOS, PRINCIPALMENTE OS NOSSOS IDOSOS COM ALZHEIMER!

Nossas famílias que cuidam de seus idosos com Alzheimer estão se virando sozinhas, sem qualquer tipo de auxílio da comunidade ou do Estado Brasileiro. Nossas famílias e nossos idosos com Alzheimer pedem socorro! Temos pouquíssimos profissionais médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, bacharéis em gerontologia, assistentes sociais, dentistas, educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e cuidadores, dentre outros, CAPACITADOS para fazer frente a tão grande demanda!

Se hoje, com “apenas” 21 milhões de idosos no Brasil, a situação já é caótica, o que será daqui há 15-20 anos, quando teremos 35 milhões de idosos? Quem vai cuidar de mim, de você, de todos nós, quando a nossa velhice também chegar?
Fonte : www.cuidardeidosos.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Saúde Indígena

Dia 28 de janeiro de 2012 aconteceu no PSF Topázio um evento que reuniu, Idosos da região, Adultos, Crianças e Indígenas.

Parabéns Dr. Marta pelo evento !







segunda-feira, 31 de outubro de 2011

IPEA


 Veja vídeo abaixo que aborda a Pesquisa  do IPEA sobre as ILPIS no Brasil  e outros temas.

http://www.youtube.com/watch?v=PGoOb3_8A-E

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Novidades no SUS

Pela 1ª vez, SUS terá meta de atendimento



Será fixado, por exemplo, número de cirurgias; cidade que não cumprir indicadores pode até perder verba. Haverá metas regionais, e municípios e Estados mais eficientes poderão ganhar mais recursos do governo federal.
O governo Federal vai fixar pela primeira vez indicadores específicos na área de saúde e irá punir ou premiar quem não cumprir essas metas.
A Folha teve acesso ao decreto presidencial -que será publicado hoje no "Diário Oficial" da União- que cria o marco para o SUS (Sistema Único de Saúde), definindo as obrigações dos Estados e dos municípios.
O governo já começou a mapear quais são os serviços de saúde oferecidos em todo Brasil e vai dividir o país em cerca de 500 regiões de saúde (conjunto de cidades com condições econômicas e sociais semelhantes).
A partir dessas informações, o Ministério da Saúde vai definir metas específicas para cada região, de acordo com a realidade local.
Atualmente, o governo define a cada quatro anos metas gerais pelo Plano Nacional de Saúde, mas não existe nenhum tipo de monitoramento nem de punição.

CONTRATOS

Para que Estados e municípios se comprometam com os novos indicadores, o Ministério da Saúde vai formar os chamados contratos de gestão. "Com esse documento, será mais fácil responsabilizar e envolver todos no cumprimento das metas", disse o ministro Alexandre Padilha (Saúde).
A ideia, segundo o ministro, é assinar ao menos 20% dos contratos até o fim do ano. Cada contrato poderá estabelecer, por exemplo, que uma cidade terá de atender a determinado percentual de pacientes cardíacos ou realizar um certo número de cirurgias de catarata.
Quem não atender aos indicadores poderá inclusive ter a verba bloqueada, em último caso. Por outro lado, os municípios e Estados mais eficientes poderão até ganhar o dobro de recursos. O monitoramento será feito pelo Ministério da Saúde.

RELATÓRIOS

Os Estados e municípios terão de fazer relatórios periódicos de cumprimento das metas e indicadores.
Dentro de uma mesma região de saúde, uma cidade que ficar abaixo da meta no atendimento de pré-natal poderá perder recursos para um município próximo, que tem atendimento de ponta para grávidas, por exemplo.
Hoje, não há punição prevista para casos de descumprimento de metas gerais, somente quando há irregularidades no uso de recursos.

TEMPO DE ESPERA

De acordo com o ministro, a ideia é que, "mais para a frente", também sejam definidos indicadores de tempo de espera para o atendimento no SUS.
"Primeiro, vamos criar as metas, assinar os contratos, depois vamos evoluir e começar a definir critérios também para o tempo de espera", afirmou Padilha.
Ele informou ainda que o governo fará pesquisas de satisfação com os usuários para aprimorar o modelo criado pelo decreto.
                Por outro lado, os Estados e municípios mais eficientes poderão até ganhar o dobro de recursos.

 FONTE : Editoria de Arte/Folhapress


Fonte : Portal de Notícias da Globo

Unhas podem indicar doenças do coração e no pulmão

Divulgação 
Divulgação
Fotos 1 e 2: A curvatura acentuada dos dedos indicador e mindinho são sinais de inflamações nas articulações no exame ao lado
Fotos 3 e 4: Chamada de onicomicose, a infecção por fungos pode causarinchaço e alterações no formato e na cor da unha. As fotos mostram antes e depois do tratamento (Fotos: Divulgação)
Ler a mão não é uma exclusividade apenas dos "iniciados" na quiromancia, mas também dos médicos. Mas nada de previsão do futuro. O segredo está nas unhas. Por incrível que possa parecer, elas são capazes de dizer muito sobre a nossa saúde, e podem dar sinais de doenças renais, pulmonares, cardiovasculares, hipotireoidismo e até câncer de pele.

O tema fez com que a Santa Casa de Misericórdia, no Rio, criasse o Centro de Estudos da Unha (CEU), que faz cerca de dez cirurgias por semana e atende, em média, 240 pacientes todo mês. Boa parte deles é indicado por manicures e podólogos.

“Os problemas mais comuns são unhas encravadas e micoses, que podem gerar uma carne esponjosa ao redor da unha ou uma distrofia que faz a unha ficar grossa”, enumera a dermatologista Roberta Nakamura, chefe do CEU.

  Unhas fracas e 'mentirinha'
 
Segundo Roberta, entre os problemas que costumam passar despercebidos pelo paciente e podem ser facilmente checados está o hipotireoidismo. “As unhas ficam frágeis, fragmentando. Mas o cabelo e a pele também ressecam”, avisa ela. A fraqueza também pode ser indicativo de alterações nutricionais.

A famosa "mentirinha", aqueles pontinhos brancos que surgem nas unhas, são apenas sinais de pequenos traumas. “Não precisa ser um trauma muto grande. Às vezes um esbarrão ou um batuque. Por isso é mais comum em crianças”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética de São Paulo, Valcinir Bedin

  Problemas renais, pulmonares e cardíacos
 
De acordo com os médicos, unhas avermelhadas e com a curvatura acentuada podem indicar problemas no coração. Doenças pulmonares como enfizema, derrame pleural e até câncer podem provocar unhas azuladas e também o aumento de curvatura.

Já a marca de estrias brancas podem ser indícios de que a saúde de seus rins não vai muito bem. O mais perigoso é a coloração marrom, que pode ser sinal de câncer de pele.

Bedin alerta ainda para o excesso de exercícios aeróbicos, que chegam a causar descolamento das unhas. “O sangue vai menos para as extremidades do corpo e mais para o coração”, diz ele.

  Cuidados
 
Entre as recomendações para unhas saudáveis estão o uso de luvas plásticas para mexer na terra ou na água, como lavar louças, deixá-las sem esmalte pelo menos um dia da semana, e evitar retirar totalmente a cutícula, que as protege de infecções por bactérias ou fungos.

E aquela conversa entre as mulheres de que esmalte de cor escura fortalece as unhas não é verdade. O cuidado nesse quesito vale apenas para quem desenvolve alergia a determinada cor. O incômodo que pode aparecer é apenas ver a unha impregnada por uma determinada cor ou amarelada pelo excessivo uso de esmalte.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dia 24 de Junho Dia Nacional de Prevenção de Quedas em Idosos.

Entre  eventos geradores de limitações ocorridos nos idosos encontram-se as quedas, responsáveis por dois terços destes acidentes, por isso a necessidade da prevenção, uma vez que a reabilitação no idoso é lenta e o tratamento muito oneroso à saúde pública.

Segundo pesquisa da professora Mônica Perracini realizada com um grupo de 1667 idosos, constatou-se que 29% dos idosos brasileiros caem ao menos uma vez ao ano e 13% apresentam quedas recorrentes.

Com isso, a ONG inglesa Help the Aged (Ajude o Idoso), baseada em dados locais, teve a iniciativa de criar no dia 24 de junho de 2008 o Dia Nacional de Prevenção de Quedas de Idosos.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Atenção ! Muitos casos de conjuntivite na região de Teófilo Otoni



"A conjuntivite, apesar de ser um problema comum e, na maioria das vezes, de fácil tratamento e cura, incomoda e causa uma grande irritação na visão".
O que é conjuntivite?

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho.

Em geral, acomete os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.

Causas

Quando a conjuntivite aparece depois do contato com um agente químico, ela é chamada de conjuntivite irritativa. Já aquele tipo causado por pó ou perfume recebe o nome de alérgica. As duas variações da doença provocam principalmente vermelhidão e coceira, e não são transmitidas por contato. Ela pode ser ainda viral ou bacteriana, em geral mais graves e podendo ser transmitidas por contato. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias.

A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.

Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc.

Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.

Sintomas

Em geral, a conjuntivite se caracteriza por ardência e coceira na região ocular, com sensação de corpo estranho (areia ou de ciscos) nos olhos, bem como um irritante lacrimejar, olhos vermelhos e sensíveis principalmente à claridade, e pálpebras inchadas. No caso da conjuntivite infecciosa, os olhos doem, além de secretarem um insistente líquido amarelado. Este tipo é, sem dúvida, o que mais aflige.

Infecções bacterianas, com estafilococos ou estreptococos, deixam o olho vermelho, associado a um montante considerável de secreção purulenta (pus). Uma consulta imediata a um oftalmologista é aconselhada. Por outro lado, outras infecções bacterianas são crônicas e podem produzir pouca ou mesmo nenhuma supuração, exceto um pequeno endurecimento dos cílios pela manhã.

Alguns vírus produzem a típica irritação dos olhos, dores de garganta e corrimento nasal, devido a um pequeno resfriado. Outros podem infectar apenas os olhos. As conjuntivites virais produzem geralmente duram de uma a duas semanas.

Como Evitar

Para combater uma epidemia é importante que as pessoas com conjuntivite, bem como as que não apresentam a infecção, tenham algumas informações que são úteis para a sua proteção e para evitar o contágio.

Para prevenir a transmissão, enquanto estiver doente, tome as seguintes precauções:

• Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos.
• Aumente a freqüência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos.
• Não compartilhe toalhas de rosto.
• Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise.
• Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho.
• Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas.
• Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza.
• Evite coçar os olhos para diminuir a irritação.
• Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes.
• Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça) e/ou alérgenos (pólen) que podem causar a conjuntivite.

Para prevenir o contágio, tome as seguintes precauções:

• Não use maquiagem de outras pessoas (e nem empreste as suas).
• Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos.
• Não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou que foram indicados para outra pessoa).
• Evite nadar em piscinas sem cloro ou em lagos.

Todos estes cuidados devem ser verificados por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas nos indivíduos contaminados, já que durante este período as pessoas com conjuntivite podem ainda apresentar contágio, evitando repassá-la para outras pessoas.

Tratamento

Na maioria dos casos de conjuntivite, os sintomas e a doença passam em 10 dias, sem que seja necessário qualquer tipo de tratamento. Medicações (pomadas ou colírios) podem ser recomendadas para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e também diminuir o desconforto. Acima de tudo, não use medicamentos sem orientação médica. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos, sendo assim, cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

Se você sabe que tem alergia ou intolerância a algum produto químico, mantenha-se longe dele, durante e depois da crise.

Para melhorar os sintomas, lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico.

E lembre-se: ao perceber alguma irritação, vermelhidão ou secreção anormal, procure imediatamente seu oftalmologista. Só ele pode indicar o melhor tratamento.

Sinais de alerta

Se ocorrer algum destes problemas, procure imediatamente seu médico:

• Alterações visuais.
• Dor ocular intensa.
• Dor ao movimentar os olhos.
• Febre.
• Não melhorar com a medicação.
• Secreção continua após o término da medicação.
• Aumento da sensibilidade à luz.

Fonte : BoaSaúde Uol

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Dia 07 de Abril dia mundial da saúde

PSF Mucuri Contra a Tuberculose


No dia 01/04/2011 o PSF Mucuri realizou palestra educativa sobre a Tuberculose com presença de várias pessoas da comunidade de Mucuri .

Enfermeira Anne Ministrando palestra



Comunidade PSF Mucuri



Dra. Ana Flávia - Sessão de perguntas sobre Tuberculose



                                                     Tuberculose tem cura sim !!!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Especialistas dão dicas para combater Mofo e Alergias

Em dias de chuva, junto com a umidade, vem o mofo, um fungo que pode provocar crises de alergia ou até uma infecção mais grave, como a pneumonite.
Para falar sobre o assunto e explicar as maneiras de evitar problemas como rinite, bronquite e sinusite, o
Em pessoas alérgicas, segundo os médicos, o fungo e a poeira agem como um gatilho, desencadeando essas reações. Os agentes entram pelas vias aéreas respiratórias (nariz e boca) quando o ar é inalado. Os pelos e o muco dessas regiões servem de proteção, filtro, aquecedor e umidificador do ar. Porém, quando os fungos encontram uma situação favorável – como a baixa umidade – no rosto ou nos pulmões, acabam desenvolvendo doenças.

A primeira atitude do organismo é expulsar os invasores. Se a barreira da pele e das mucosas não funcionar, os anticorpos e as células entram em ação. É por isso que a pessoa com alergia costuma tossir, espirrar ou ter coriza. Mas, se o corpo não conseguir eliminar esses agentes, o pulmão pode ser atacado e iniciar uma pneumonia, por exemplo.
A rinite atinge cerca de 30% a 40% da população mundial, de acordo com Castro. E também é comum confundi-la com gripe ou resfriado.
Quanto ao mofo, de acordo com os médicos, há maneiras eficientes e baratas de acabar com ele, como impermeabilizar as paredes.
Fonte : http://www.globo.com/

quarta-feira, 30 de março de 2011

Conjuntivite


Alguns municípios da nossa região estão tendo muitos casos de conjuntivite.

O que é conjuntivite?
A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, uma membrana transparente e fina que reveste a região branca do olho.
Essa irritação provoca a dilatação dos vasos sanguíneos, responsáveis pela vermelhidão, entre outros sintomas, como sensação de que há areia ou cisco dentro do olho, coceira, lacrimejamento, inchaço da pálpebra e sensibilidade à claridade.
Embora as conjuntivites possam ser de causa alérgica, viral, bacteriana ou por irritação química (quando há sensibilidade a algum produto), somente as infecciosas – virais e bacterianas – é que são contagiosas.
No caso da conjuntivite infecciosa, os olhos também doem, além de secretarem um líquido amarelado. Este tipo é, sem dúvida, o que mais aflige.
Em geral, acomete os dois olhos pela facilidade de contágio e pode durar de uma semana a 15 dias, mas não costuma deixar sequelas.
Causas
Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, água do mar, uso prolongado de lentes de contato, etc.
Como evitar
Por tratar-se de uma doença em que o contágio acontece pelo contato físico do olho com as mãos, objetos, piscina ou toalhas contaminadas, devemos evitar: banho em piscinas públicas, usar toalhas que não sejam de uso exclusivo, contato com indivíduos contaminados.
A falta de cuidado pode fazer com que um aperto de mão possa se transformar em uma conjuntivite. Por isso, a pessoa infectada deve lavar bem as mãos e evitar colocar a mão nos os olhos ou compartilhar objetos com outras pessoas.
• Lave com frequência o rosto e as mãos uma vez que são meios para a transmissão de microorganismos.
• Troque as toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos.
• Não compartilhe toalhas de rosto.
Estudos mostram que torneiras, interruptores de luz e carrinhos de supermercado são os maiores responsáveis pela transmissão da doença.
Todos estes cuidados devem se manter por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas.
Tratamento para conjuntivite é simples, mas deve-se evitar automedicação
De acordo com os especialistas, o tratamento das diferentes manifestações da doença é simples, mas é importante evitar a automedicação.
Em casos de ardência, secreção, vermelhidão e coceira nos olhos, a recomendação é consultar o oftalmologista imediatamente. Só ele pode indicar o melhor tratamento.
A conjuntivite, apesar de ser um problema comum e, na maioria das vezes, de fácil tratamento e cura, incomoda e causa uma grande irritação na visão.

terça-feira, 29 de março de 2011

Tuberculose

TUBERCULOSE
Maria Paula Gomes Mourão
Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda
Marcelo Cordeiro dos Santos


INTRODUÇÃO
A tuberculose continua sendo um sério problema de saúde pública. O Brasil, juntamente com outros 21 países em desenvolvimento, alberga 80% dos casos da doença. Estima-se que cerca de um terço da população mundial está infectada com o Mycobacterium tuberculosis.
No Brasil, os bolsões de pobreza, a epidemia de SIDA e a deterioração dos serviços públicos de saúde dificultam seu controle. A cura dos casos bacilíferos continua sendo a melhor estratégia de prevenção da doença. Em geral, a fonte de infecção é o indivíduo com a forma pulmonar da doença, que elimina bacilos para o exterior. Calcula-se que, durante um ano, numa comunidade, um indivíduo bacilífero poderá infectar, em média, de 10 a 15 pessoas.
Após a infecção pelo M. tuberculosis, transcorrem, em média, 4 a 12 semanas para a detecção das lesões primárias. A maioria dos novos casos da doença pulmonar ocorre em torno de 12 meses após a infecção inicial. A probabilidade de o indivíduo vir a ser infectado, e de que essa infecção evolua para a doença, depende de múltiplas causas, destacando-se as condições sócio-econômicas e algumas condições clínicas (diabete melito, silicose, uso prolongado de corticosteróides ou outros imunossupressores, neoplasias, uso de drogas e infecção pelo VIH). A evolução do quadro clínico dependerá da forma de infecção: primo-infecção ou re-infecção exógena.
DIAGNÓSTICO CLÍNICO
Denomina-se caso de tuberculose todo indivíduo que tem seu diagnóstico confirmado por baciloscopia direta ou cultura, e ainda aquele em que o médico, com base em dados clínico-epidemiológicos e no resultado de outros exames complementares inespecíficos, firma o diagnóstico.
A tuberculose pulmonar é a forma mais freqüente de apresentação, porém, especialmente em indivíduos imunodeprimidos, podem-se observar as formas extra-pulmonares (tuberculose pleural, ganglionar, meningoencefálica, intestinal, urinária e disseminada ou miliar). Nos pacientes com suspeita de tuberculose extra-pulmonar, é importante a investigação de contato prévio com bacilíferos, antecedentes de tratamento tuberculostático, imunização com BCG, lesões pulmonares cicatriciais ou ativas, prova tuberculínica e imunodepressão.
Os critérios clínicos para suspeição de tuberculose são:
  • Evolução clínica insidiosa;
  • Tosse seca ou produtiva com duração superior a quatro semanas;
  • Febre baixa e, geralmente, vespertina;
  • Sudorese noturna;
  • Perda ponderal significativa;
  • Alterações pulmonares de segmentos superiores e posteriores, evidenciadas pela ausculta e radiografia de tórax;
  • Dor pleurítica em indivíduos menores de 45 anos;
  • Derrame pleural moderado e, geralmente, unilateral, acompanhado ou não de lesões parenquimatosas;
  • Aumento de volume de cadeia ganglionar, geralmente, única, cervical e indolor;
  • Disúria, polaciúria e dor lombar persistentes, associadas a bacteriúria estéril ou hematúria isolada;
  • Comprometimento meníngeo insidioso, seguido de alterações comportamentais e convulsões;
  • Quadro diarréico persistente, sem resposta aos tratamentos convencionais.
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
EXAME BACTERIOLÓGICO: a pesquisa bacteriológica é o método mais importante, seguro, rápido e de baixo custo para o diagnóstico, controle do tratamento e vigilância de resistência aos tuberculostáticos. Pode ser realizado de duas maneiras:
Exame direto (pesquisa de BAAR): recomenda-se coleta de três amostras de secreção das vias aéreas inferiores, em dias subseqüentes, pela manhã, antes do desjejum. Pacientes pobres em escarro podem fazer a indução do mesmo a partir da nebulização com solução salina hipertônica (NaCl 3%). É importante salientar que todo paciente com suspeita de tuberculose deve permanecer em isolamento respiratório até que seja considerado não-bacilífero (três pesquisas de BAAR no escarro negativas). Pode-se proceder ainda à pesquisa de BAAR nas fezes, quando da presença de quadro diarréico sugestivo. Este material deve chegar rapidamente ao laboratório ou, se necessário, ser conservado em geladeira até seu processamento. A pesquisa nas fezes deve ser incentivada em todos os casos suspeitos, independente da forma de apresentação clínica;
Cultura para micobactéria: está indicada nos casos suspeitos que se mantêm com baciloscopia negativa, nas situações de falência terapêutica (para observação de resistência), nas formas extrapulmonares (cultura do líquor, sangue, urina, fezes, aspirado ganglionar, líquido pleural, líquido pericárdico e macerado de biópsia). Após o isolamento, quando disponível, é feito o teste de sensibilidade aos tuberculostáticos e tipificação do bacilo.
PROVA TUBERCULÍNICA (PPD): representa um método auxiliar para o diagnóstico de pacientes não-imunizados com BCG. Quando negativa, sugere a investigação de outras doenças que possam ter apresentação semelhante à tuberculose. Quando positiva, indica contato atual ou pregresso com a micobactéria, necessitando de outros achados que confirmem a infecção. Sabe-se que indivíduos imunodeprimidos podem apresentar reação anérgica ao PPD, mesmo quando gravemente enfermos pela doença. Apesar da interpretação dificultada em nosso meio, o PPD ainda é solicitado de rotina, quando disponível, para todos pacientes com suspeita de tuberculose, imunocompetentes ou não.
ESTUDO DO LÍQUIDO PLEURAL/PERICÁRDICO: o líquido deve ser enviado para o Laboratório de Bacteriologia e também para o Laboratório de Anatomia Patológica para exame de citologia; o exsudato é a característica dos derrames cavitários por tuberculose. A celularidade costuma ser baixa, mas sempre com predomínio de linfócitos (acima de 90%). Nos derrames pleurais, o líquido costuma ser pobre em células mesoteliais. O aumento da ADA (adenosina deaminase) guarda certa especificidade com os derrames tuberculosos, especialmente se seu valor encontra-se acima de 40UI/l e há combinação com outros fatores sugestivos, como idade inferior a 45 anos, pleocitose às custas de linfócitos e proteínas=4,5g/dl. Sempre que possível, o procedimento de drenagem de derrame pleural (seja para fins de alívio ou diagnóstico) deve ser seguido de biópsia de pleura, com envio do fragmento para o Laboratório de Anatomia Patológica.
ESTUDO DO LÍQUOR: geralmente de aspecto límpido ou discretamente turvo, com celularidade aumentada, porém inferior a 500céls./mm3, com predomínio de linfócitos, hipoglicorraquia (<40mg/dl), hiperproteinorraquia intensa e exames bacteriológico e micológico negativos. Apesar da baixa taxa de crescimento, o material deve ser cultivado para micobactéria.
ESTUDO ANATOMO-PATOLÓGICO: a presença de reação granulomatosa, com ou sem necrose caseosa, e ainda, a presença de bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR) fazem o diagnóstico de tuberculose. O material a ser estudado pode ser resultado de biópsia de linfonodos enfartados ou fistulizados, de pleura, pericárdio, mucosa gastrintestinal, bexiga, rins, pele, medula óssea ou fígado. Ultimamente temos tido boa experiência com o diagnóstico presuntivo de tuberculose à análise de biópsia hepática. Portanto, em casos de difícil diagnóstico, com vistas ao início da terapêutica específica, sugerimos a biópsia hepática de rotina para estes pacientes, desde que tenham condições clínicas para tal procedimento.
TRATAMENTO
A despeito da potencial gravidade, a tuberculose é doença curável em praticamente 100% dos casos novos diagnosticados.
Para o início do tratamento, o médico assistente deverá preencher corretamente a ficha de notificação do caso, fazendo a opção pelo esquema terapêutico mais adequado. É imprescindível o correto preenchimento de todos os campos, peso do paciente e assinatura do notificador. A medicação só será dispensada pelo Programa de Tuberculose após análise do caso.
O tratamento da tuberculose é geralmente feito em regime ambulatorial, no serviço de saúde mais conveniente para o paciente. A hospitalização é indicada em casos muito especiais, de acordo com as seguintes prioridades: meningite tuberculosa, insuficiência respiratória, hemoptise franca, indicações cirúrgicas decorrentes da tuberculose, caquexia, intolerância medicamentosa incontrolável em ambulatório, intercorrência clínica ou cirúrgica grave ou estado geral que não permita o seguimento ambulatorial. O período de internação deve ser reduzido ao mínimo possível para a resolução da causa indicadora, independente do resultado do exame bacteriológico. É importante lembrar que existem outras unidades hospitalares de referência para o atendimento ambulatorial ou em regime de internação dos pacientes com tuberculose pulmonar ou extra-pulmonar. Pacientes bacilíferos devem ser mantidos em sistema de isolamento respiratório, sendo recomendado o uso de máscaras e proteção individual para acompanhantes e profissionais de saúde. A liberação do isolamento deverá ser feita mediante três exames de escarro negativos (o que geralmente acontece após a segunda semana de tratamento específico).
Atenção especial deve ser dada aos grupos considerados de alto risco para intolerância e toxicidade aos tuberculostáticos, a saber: idosos acima de 60 anos, gestantes, desnutridos, alcoolistas, pacientes em uso de anticonvulsivantes, hepatopatas, pacientes com SIDA e crianças.
Sempre que possível, as medicações devem ser administradas pela manhã, em jejum.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Dia Mundial de combate a tuberculose


                                                      http://fundoglobaltb.org.br/site/tuberculose/guia.php

terça-feira, 22 de março de 2011

Diabetes

quinta-feira, 17 de março de 2011

Estresse - Saúde do Adulto

Estresse

O que é ?

O estresse ou tensão emocional é um mal que faz muitas pessoas sofrerem. Associado a outros fatores, ele pode contribuir para o aparecimento de doenças como a hipertensão arterial, doenças do coração, gastrite, úlcera e alguns tipos de câncer. Para as pessoas que têm “problemas do coração” ou “pressão alta”, o estresse pode agravar a doença e dificultar o tratamento.

Causas

É muito fácil dizer que devemos viver sem estresse, mas é muito difícil fazer isso porque o estresse faz parte da vida. Todos nós vivemos situações de pressão e exigências no nosso dia-a-dia no trabalho, em casa e nas relações com as pessoas, que, com o tempo, podem levar ao estresse. Além disso, não são poucas as crises deste final de século: desemprego, baixos salários, violência e tantos outros.
Especialistas afirmam que o estresse, associado às condições de vida, é responsável por quase metade das doenças do coração e certos tipos de câncer. Se não podemos eliminar o estresse das nossas vidas, devemos tentar administrar pelo menos o que estiver ao nosso alcance.

Descrição

Estresse é a capacidade natural do indivíduo para reagir às situações de perigo, preparando-se para enfrentar ou fugir. É assim desde que o homem lutava pela sobrevivência. Apesar das circunstâncias, o homem contemporâneo ainda reage de modo primitivo.
Sob ameaça, o organismo libera hormônios – entre eles, adrenalina – que alertam o sistema nervoso sobre o perigo mas também perturbam a estabilidade do organismo

Sintomas

Como detectar o estresse?
Há alguns sinais muito significativos, mesmo que o seu portador não tenha consciência dos mesmo ou os negue constantemente

Fumar e/ou beber mais do que o habitual;
Passar a comer demais ou súbita perda de apetite;
Insônia;
Cansaço fora do comum;
“Pavio curto”;
Dificuldade em tomar decisões que antes eram fáceis;
Dificuldade de concentração;
Apatia ou desinteresse anormais
Mudanças bruscas de humor.
Dicas

Evite permanecer em ambientes tumultuados e barulhentos
Evite discutir assuntos polêmicos antes de dormir
Evite alimentar-se demasiadamente
Leia um livro ou revista que não comprometa o seu sono
Prefira filmes divertidos e leves
Ouça música calma ou instrumental
Seja uma pessoas positiva e, se possível, alegre. Aprenda a ver
o lado menos negativo das coisas, livrando-se da tensão, ansiedade
e aprendendo a relaxar
Lembre-se: fumar e beber aliviam momentaneamente a sua tensão
mas não solucionam o seu problema e ainda acrescentam mais um risco
à sua saúde
Fonte: Livro “Prevenção das Doenças do Coração” – Fatores de Risco
Autores: Celso Ferreira/Maria Teresa R. C. Carneiro – Editora Atheneu

Tratamento

Aprenda a livrar-se da tensão e relaxar! Adote hábitos saudáveis, planeje suas atividades e seu lazer.
Procurar saber o motivo da tensão, examinando as atividades em casa e no trabalho, para identificar o que é irritante ou causa impaciência planejar melhor a vida, evitando prazos curtos para terminar as tarefas e muitos compromissos no mesmo dia. Não fazer tudo sozinho(a), pedir ajuda. Ter um tempo para as refeições.
fonte: http://www.pispico.med.br/dr-agnaldo/category/sete-passos-para-uma-saude-melhor/estresse/

A cor dos Alimentos


PARA O PÚBLICO


Saber e Saúde


A COR DOS ALIMENTOS



Variedade de cores das frutas e verduras confere propriedades saudáveis aos alimentos


É fácil listar alimentos com cores fortes e chamativas, como tons de vermelho, amarelo e roxo. No entanto, as cores nos alimentos não servem apenas para deixá-los mais bonitos e atraentes. Os pigmentos coloridos dos vegetais e frutas fortalecem o sistema imunológico, previnem doenças do coração e crônico-degenerativas, protegem as células da ação dos radicais livres, entre outros benefícios.


Por isso, quanto mais coloridos os pratos, mais nutritivas serão as refeições. Consumir pratos monocromáticos com frequência pode acelerar o processo de envelhecimento.


Isso é o que explica o nutrólogo Durval Ribas Filho para a revista O Médico & Você nº3. Segundo ele, existem seis grupos de alimentos divididos nas cores branca, vermelha, verde, amarela ou laranja, marrom e roxa ou preta. A seguir, veja as propriedades de cada um desses grupos e exemplos de alimentos que pertencem a eles:


Brancos, como banana, leite e feijão branco: são fontes de potássio e cálcio, o que contribui para a preservação e fortalecimento dos ossos. Também são essenciais para o funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.


Vermelhos, como tomate, morango e pimentão: auxiliam no combate ao cansaço, falta de desejo sexual e depressão. Contêm licopeno, que confere o vermelho aos componentes desse grupo, associado à vitamina C: juntos apresentam efeito antioxidante.


Verdes, como abacate, brócolis e alface: o pigmento é a clorofila, que é um energético celular. Ela limpa o organismo e impede que ele absorva substâncias químicas, além de ajudar a proteger o cabelo e a pele.


Marrons, como nozes, lentilha e soja: por serem ricos em fibras, esses alimentos ajudam a regular o intestino, são vasodilatadores e auxiliam no combate à ansiedade.


Amarelos ou laranjas, como milho, cenoura e mamão: ricos em betacaroteno e vitamina C, os alimentos desse grupo reforçam o sistema de defesa e são importantes na manutenção de tecidos e cabelos.


Roxos ou pretos, como ameixa, beterraba e uva: entre outros benefícios, eles ajudam a retardar o envelhecimento, auxiliam o sistema nervoso e protegem o coração.






Fonte: Revista O Médico e Você (nº3), da Associação Médica Brasileira

Conteúdo produzido pela equipe de Comunicação e Marketing do Portal Unimed e aprovado pelo coordenador técnico-científico: Dr. Carlos Augusto Cardim de Oliveira (CRM/SC: 3.011)
 

quarta-feira, 2 de março de 2011

Carnaval 2011


Campanha do ministério da saúde Carnaval 2011
http://www.youtube.com/watch?v=kkxREhTtcO0&NR=1

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Leishimaniose

Quatro municípios mineiros vivem surto de leishmaniose

Ao menos duas pessoas já morreram neste ano; mais de 500 foram infectados em 2010

09 de fevereiro de 2011 | 19h 08

Marcelo Portela - O Estado de S. Paulo

BELO HORIZONTE - Quatro municípios mineiros vivem um surto de leishmaniose em humanos, doença que já matou ao menos duas pessoas no Estado este ano. Apesar de uma das mortes ter sido registrada em Divinópolis, na região centro-oeste, a situação mais preocupante é nas cidades de Governador Valadares, Ipanema, Resplendor e Conselheiro Pena, todas no Vale do Rio Doce mineiro. Em Valadares, um homem de 75 anos também morreu vítima de leishmaniose visceral em 2011.

Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostram que a doença infectou 502 pessoas e foi responsável por 49 mortes em Minas no ano passado. Desse total, 14 mortes e 107 diagnósticos positivos foram em Belo Horizonte. No entanto, os dados são parciais e os números podem ser ainda maiores.

Em 2009, foram registradas 75 mortes causadas pela doença no Estado, um crescimento de 134% em relação aos 32 óbitos ocorridos no ano anterior. Já o número de pessoas infectadas passou de 509 em 2008 para 601 em 2009, o que representa aumento de 18% nos casos. A morte mais recente foi a registrada em Governador Valadares, onde foram diagnosticados pelo menos mais cinco casos de pessoas com a doença.

De acordo com a SES, a localização geográfica e o clima na região do Vale do Rio Doce favorecem a propagação da doença, que é transmitida pelo mosquito Lutzomia longipalpis, conhecido popularmente como mosquito palha. No fim de janeiro, uma mulher de 54 anos já havia morrido em Divinópolis. Ela foi internada no início de dezembro do ano passado, mas apresentou melhora e chegou a ter alta. No entanto, voltou a ser internada em meados de janeiro e não resistiu.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Dicas de saúde


Doenças Nutricionais
 Constipação Intestinal

INTRODUÇÃO:
 O hábito intestinal é bastante variável entre as pessoas e depende de vários fatores como dieta, ingestão de líquidos e características específicas de cada indivíduo. Considera-se normal a frequência de evacuação de 3 vezes por dia a 3 vezes por semana, desde que a consistência das fezes também seja normal. A constipação intestinal – também conhecida como obstipação intestinal ou “prisão de ventre” – pode ser definida como a evacuação em freqüência inferior a três vezes por semana. Porém, algumas pessoas apresentam freqüência de evacuações normal, mas com grande esforço para evacuar, presença de fezes muito ressecadas e/ou sensação de evacuação incompleta. Esta é conhecida como constipação de trânsito normal.É uma doença bastante comum, acometendo cerca de 15% da população, principalmente mulheres, pessoas com mais de 60 anos de idade e sedentários.
 CLASSIFICAÇÃO QUANTO À DURAÇÃO DOS SINTOMAS:
 Constipação Intestinal Aguda:
 A que tem início recente e de maneira abrupta.
 Constipação Intestinal Crônica:
 A que ocorre de forma progressiva ao longo do tempo. A causa mais comum de constipação intestinal crônica é a dieta pobre em fibras (presente em frutas, verduras e grãos integrais) e a baixa ingestão de líquidos. Por não serem digeridas pelo organismo humano, uma das funções das fibras é a de aumentar o volume das fezes e reter líquido nas mesmas, tornando-as mais pastosas e fáceis de eliminar. A ingestão de líquidos faz com que as fezes tornem-se hidratadas, facilitando a evacuação. A falta de tempo/horário para evacuar também pode contribuir para a constipação comum. Outra causa é o fato de o indivíduo ignorar o desejo de evacuar (inibição do reflexo evacuatório), retendo as fezes. É bastante comum encontrarmos pessoas que só conseguem evacuar em casa, por hábito ou por falta de higiene nos locais públicos. Esse adiamento constante da evacuação reduz a sensibilidade do intestino e como as fezes permanecem nele mais tempo, ocorre maior absorção de água, levando ao seu ressecamento.
 CLASSIFICAÇÃO ETIOLÓGICA:
 Constipação Primária ou idiopática:
 Com trânsito normal
  Com trânsito lento
  Dificuldade no trato de saída das fezes: sensação de bloqueio anal, evacuação prolongada (mais de 10 minutos), necessidade de descompactação manual das fezes retidas no reto
 Síndrome do Intestino Irritável (SII) com constipação
 Associação entre as causas acima
 Constipação secundária
 Devido a doenças: hipotireoidismo, diabetes, acidentes vasculares cerebrais, depressão, doença de Parkinson, demências, insuficiência renal, intoxicação por metais pesados, lesão da medula espinhal, esclerose múltipla, compressão extrínseca do intestino, entre outras.
 Devido ao uso de medicamentos: suplementos de cálcio (como carbonato de cálcio), sais de ferro (como sulfato ferroso), antiácidos contendo alumínio, alguns antihipertensivos, antiinflamatórios não hormonais, antidepressivos (como a imipramina), alguns antiepilépticos, antihistamínicos, analgésicos potentes (como a morfina e derivados), uso inadequado do hormônio tireoideano, uso contínuo de laxantes, entre outros.
 Anormalidades anatômicas: fissura anal, diverticulose, doença de Chagas (com megacolon, causando uma pseudo-obstrução), tumores do cólon com estreitamento da luz intestinal, colite isquêmica, insuficiência da musculatura abdominal, entre outras.
 Gravidez: é uma condição fisiológica associada à constipação intestinal, uma vez que nesta fase o organismo da mulher produz substâncias que favorecem a diminuição do trânsito intestinal. Outro fator que contribui é a compressão do intestino pelo útero aumentado.
 COMPLICAÇÕES
Se não houver tratamento, a longo prazo, podem ocorrer graves complicações para o organismo, como:
- Diverticulose;
- Hemorróidas;
- Fissuras anais;
- Câncer do intestino.
DIAGNÓSTICO:
 Ao ser relatada a condição de constipação intestinal, o médico deve realizar uma anamnese detalhada, pesquisando os hábitos alimentares do paciente, o hábito intestinal (antes e depois do início dos sintomas), a quantidade de líquido ingerido, os medicamentos usados, inclusive o uso de laxantes, a história patológica atual e pregressa, pessoal e familiar. É necessário investigar o aspecto das fezes (presença de muco ou sangue) e a ocorrência de dor durante a evacuação.
Os quadros recentes e persistentes de “prisão de ventre”, sem uma causa definida, devem ser pesquisados, para que se excluam alterações estruturais do intestino e doenças orgânicas, principalmente em idosos com anemia ou sangramento gastrointestinal oculto.
 O exame físico inclui uma avaliação da região anal e um toque retal para avaliação do ânus e da ampola retal. Exames complementares são realizados em apenas alguns casos, já que na maioria das vezes a constipação intestinal está relacionada aos hábitos inadequados. Entre os exames complementares utilizados estão o hemograma, o exame de fezes, o exame radiológico com contraste no intestino (conhecido como trânsito intestinal, bastante utilizado) e a colonoscopia.
 TRATAMENTO:
Os casos de constipação de causas secundárias exigem tratamento específico. A cirurgia é indicada em casos de obstrução intestinal, apendicite, perfuração do tubo digestivo, diverticulose com crises sucessivas de diverticulite, casos complicados de doenças inflamatórias intestinais, entre outras. O tratamento da constipação intestinal comum, de início, é clinico. Preconiza-se a mudança de hábitos alimentares e do estilo de vida. Deve-se evitar o uso de laxantes, supositórios e medicamentos que possam contribuir e agravar a constipação. A maior dificuldade do tratamento clínico da constipação comum é a adesão do paciente à proposta de mudança de hábitos alimentares, que requer uma maior ingestão de fibras (de preferência naturais, como das frutas, verduras e cereais) e de líquidos, evitando-se o consumo excessivo de agentes constipantes, como café, leite, chocolate, alguns tipos de chás (chá preto) e bebidas alcoólicas. A atividade física regular também é importante, contribuindo para uma boa resposta terapêutica. Muitas vezes, a mudança dos hábitos alimentares e comportamentais não surtem efeitos satisfatórios. Dessa forma, há necessidade de se iniciar o uso de laxantes, desde que não sejam usados de forma abusiva. Existem vários tipos de laxantes: formadores de massa (retém água e aumentam o volume das fezes. Ex: fibras naturais e sintéticas), osmóticos (substâncias que o intestino não absorve, portanto também retém água. Ex: sais de magnésio, açúcares), emolientes-lubrificantes (facilitam o deslocamento do bolo fecal, deve-se usar por um curto período de tempo ), estimulantes-irritantes (irritam a parede intestinal, fazendo com que haja maiores movimentos, o que expulsa o bolo fecal. Ex: óleo de rícino).  O tratamento cirúrgico da constipação comum só deve ser indicado em casos extremos, quando o paciente já não responde a qualquer medicação, apresenta impactação das fezes e quando há inércia do trânsito colônico. A maioria dos pacientes operados apresentam bons resultados, com importante melhora da qualidade de vida.
 PREVENÇÃO:
- Alimentar-se em horários regulares;
- Mastigar bem os alimentos;
- Ter uma dieta variada, rica em frutas, verduras e cereais; são considerados alimentos com ação laxativa: farelo de trigo, aveia, pão de centeio e outros ricos em fibras, abacate, abacaxi, abobrinha, acelga, agrião, alface, repolho cru, ameixa preta, berinjela, brócolis, cenoura crua, beterraba crua, couve, chicória, almeirão, espinafre, feijão, lentilha, grão-de-bico, aspargos, alho-poró, manga, mamão (com caroço), morango, palmito, uva passas, pimentão, quiabo, tangerina e laranja com bagaço, entre muitos outros. A ameixa preta contém diidroxifinil isotina, potente estimulador da motilidade intestinal. Ingerir também o azeite de oliva extravirgem diariamente. Experimente também o suco de melancia batido com as sementes, sem água, sem açúcar (200 ml).
- Evitar o excesso de bebidas alcoólicas, café, chocolate, leite e chás que podem ser constipantes (como o chá preto); maçã, goiaba, banana prata, caju, limão/limonada, maisena, mandioca, arroz branco, farinha branca, farinha de mandioca, cenoura cozida, batata e bolacha cream-cracker também são considerados constipantes, utilizados no tratamento da diarréia, porém podendo ser inseridos numa dieta equilibrada, combinados com outros alimentos. O leite de vaca também pode ter ação bastante constipante para algumas pessoas e, em alguns casos, a suspensão temporária por ser indicada, devendo-se observar a resposta do paciente.
- Ter cuidado com a ingestão de alimentos que produzem muitos gases, como brócolis, couve-flor, repolho, rabanete, couve, pimentão, gema de ovo, pepino, milho-verde, nabo, batata-doce, alho, jaca, uva, melancia, lentilha, ervilha, grão-de-bico, soja e feijão;
- Manter bom estado de hidratação, ingerindo pelo menos 30 ml de água/Kg/dia; procurar ter o hábito de beber um copo de água em jejum;
- Obedecer a vontade de evacuar, procurando ter horários regulares de "ir ao banheiro";
- Evitar distrações no momento da evacuação (como ler revistas, jornais ou estar ao telefone);
- Praticar exercícios físicos regularmente;
- Não utilizar laxantes sem supervisão médica.

  Fonte: Site da sociedade brasileira de nutrologia