Pense nisso !!!!

O que você faz pode desaparecer . O que você é permanece vivo porque transforma os outros . (Jonhn C. Marxwell )



Com a força do nosso amor e da nossa vontade , nós poderemos mudar o nosso destino e o destino de muita gente. (Paulo Coelho )

quinta-feira, 24 de março de 2011

Alimentação saudável na gestação


Comer bem durante a gravidez é essencial tanto para a saúde da mãe como do bebé. Saiba o que comer e como comer. E não se esqueça: comer por dois está fora de questão.
As calorias: As necessidades calóricas de um feto em desenvolvimento são muito inferiores às de uma grávida, cerca de 300/dia. Por isso, se o seu peso é mediano, só necessita de mais 300 calorias diárias para manter o seu peso gestacional. À medida que a gravidez evolui, pode passar a necessitar mais do que esta dose, mas não deve abusar. Calorias a mais é totalmente desaconselhado. No entanto, calorias a menos também. As grávidas que não consomem alimentos calóricos em quantidades suficientes, sobretudo no 2º e 3º trimentre, podem prejudicar o desenvolvimento do bebé. Isto não significa que pode começar a comer bolos e gelados à descrição. Muitos dos alimentos ¿normais¿ (leite, pão, carne, etc) contêm calorias. Por isso, em vez de acrescentar alimentos supérfluos à sua dieta, provavelmente terá de os eliminar, de modo a conseguir um regime equilibrado. Embora as calorias sejam importantes durante a gravidez, não precisa de andar sempre a ¿contá-las¿. Pese-se uma vez por semana para verificar o seu peso. Se estiver acima do recomendado, deverá cortar nas calorias, se estiver abaixo, permita-se algumas liberdades.

Proteínas: quatro doses por dia. Essenciais para o desenvolvimento do bebé. Tal como acontece com as calorias, a carência de proteínas está relacionada com bebés pequenos para a idade gestacional. O consumo diário de uma grávida deve ser, no mínimo, 60 a 75g. 100g é o ideal. Para isso, basta comer quatro doses diárias de, por exemplo, carne branca (75g), peixe ou camarão (100g), ovos (2), leite com baixo teor de gordura (3 copos) ou carne de vaca (100g).

Alimentos ricos em vitamina C: duas doses por dia. A vitamina C é um nutriente que o organismo não consegue armazenar, daí a necessidade de o ingerir diariamente. É essencial para o crescimento do feto, bem como para o fortalecimento dos seus ossos e dentes. A vitamina C também é fundamental para a reparação dos tecidos, cicatrização de feridas e diversos processos metabólicos. Os alimentos ricos em vitamina C devem ser consumidos frescos, uma vez que a exposição à luz e ao calor destrói a vitamina. Nem só os citrinos possuem vitamina C. O tomate, os brócolos, a couve-flor e os espinafres também são boas fontes deste nutriente.

Alimentos ricos em cálcio: quatro doses por dia. O cálcio é vital para o desenvolvimento dos músculos, do coração, dos nervos, para a coagulação do sangue e para o desempenho das enzimas. Se a grávida não ingerir as doses recomendadas deste nutriente, o bebé vai retirá-lo dos depósitos da mãe (os ossos), contribuindo, desta forma, para uma possível osteoporose no futuro. Se não gosta de leite, não se preocupe. O cálcio também existe nos iogurtes, no queijo e no requeijão. O importante é ingeri-lo.

Fruta, legumes e verduras: três doses por dia. Grupo de alimentos que fornece vitamina A, sob a forma de betacaroteno, vital para o crescimento celular e para a vitalidade da pele, dos ossos e dos olhos. Mas as verduras e os legumes também asseguram o aporte de outros nutrientes essenciais: vitamina E, riboflavina, ácido fólico, vitamina B6 e fibras, estas últimas importantes para combater a prisão de ventre.

Outras frutas e leguminosas: duas doses por dia ou mais. Além dos alimentos ricos em vitamina A e C, a grávida também necessita de outros, como os espargos, as bananas, as uvas, as peras e as batatas, de forma a poder ingerir mais fibras, vitaminas e sais minerais. Muitos destes alimentos são também ricos em potássio e/ou magnésio, ambos essenciais a uma gravidez saudável.

Cereais integrais e legumes: cinco doses por dia ou mais. Os cereais de tipo integral (trigo, aveia, centeio, cevada, milho, arroz, painço, milho miúdo, soja) e algumas leguminosas (ervilhas e feijão seco) são ricos em nutrientes, sobretudo vitaminas do complexo B, essenciais ao desenvolvimento do bebé. Estes hidratos de carbono concentrados são também ricos em oligoelementos, como o zinco, o selénio e o magnésio, cujos benefícios durante a gravidez estão bem demonstrados. Inclua uma ampla variedade de hidratos de carbono na sua dieta e recuse os cereais refinados, que são pobres em fibras e em vitaminas.

Alimentos ricos em ferro: alguns por dia. Durante a gravidez, a necessidade de consumir alimentos ricos em ferro é maior do que em qualquer período da vida, para o suplemento sanguíneo em desenvolvimento do feto e para o suplemento de sangue em expansão da grávida. O feijão, as lentilhas, a carne de vaca, as sardinhas, as leguminosas e os espinafres, entre outros, são excelentes fontes de ferro.


Dia Mundial de combate a tuberculose


                                                      http://fundoglobaltb.org.br/site/tuberculose/guia.php

terça-feira, 22 de março de 2011

Diabetes

quinta-feira, 17 de março de 2011

Estresse - Saúde do Adulto

Estresse

O que é ?

O estresse ou tensão emocional é um mal que faz muitas pessoas sofrerem. Associado a outros fatores, ele pode contribuir para o aparecimento de doenças como a hipertensão arterial, doenças do coração, gastrite, úlcera e alguns tipos de câncer. Para as pessoas que têm “problemas do coração” ou “pressão alta”, o estresse pode agravar a doença e dificultar o tratamento.

Causas

É muito fácil dizer que devemos viver sem estresse, mas é muito difícil fazer isso porque o estresse faz parte da vida. Todos nós vivemos situações de pressão e exigências no nosso dia-a-dia no trabalho, em casa e nas relações com as pessoas, que, com o tempo, podem levar ao estresse. Além disso, não são poucas as crises deste final de século: desemprego, baixos salários, violência e tantos outros.
Especialistas afirmam que o estresse, associado às condições de vida, é responsável por quase metade das doenças do coração e certos tipos de câncer. Se não podemos eliminar o estresse das nossas vidas, devemos tentar administrar pelo menos o que estiver ao nosso alcance.

Descrição

Estresse é a capacidade natural do indivíduo para reagir às situações de perigo, preparando-se para enfrentar ou fugir. É assim desde que o homem lutava pela sobrevivência. Apesar das circunstâncias, o homem contemporâneo ainda reage de modo primitivo.
Sob ameaça, o organismo libera hormônios – entre eles, adrenalina – que alertam o sistema nervoso sobre o perigo mas também perturbam a estabilidade do organismo

Sintomas

Como detectar o estresse?
Há alguns sinais muito significativos, mesmo que o seu portador não tenha consciência dos mesmo ou os negue constantemente

Fumar e/ou beber mais do que o habitual;
Passar a comer demais ou súbita perda de apetite;
Insônia;
Cansaço fora do comum;
“Pavio curto”;
Dificuldade em tomar decisões que antes eram fáceis;
Dificuldade de concentração;
Apatia ou desinteresse anormais
Mudanças bruscas de humor.
Dicas

Evite permanecer em ambientes tumultuados e barulhentos
Evite discutir assuntos polêmicos antes de dormir
Evite alimentar-se demasiadamente
Leia um livro ou revista que não comprometa o seu sono
Prefira filmes divertidos e leves
Ouça música calma ou instrumental
Seja uma pessoas positiva e, se possível, alegre. Aprenda a ver
o lado menos negativo das coisas, livrando-se da tensão, ansiedade
e aprendendo a relaxar
Lembre-se: fumar e beber aliviam momentaneamente a sua tensão
mas não solucionam o seu problema e ainda acrescentam mais um risco
à sua saúde
Fonte: Livro “Prevenção das Doenças do Coração” – Fatores de Risco
Autores: Celso Ferreira/Maria Teresa R. C. Carneiro – Editora Atheneu

Tratamento

Aprenda a livrar-se da tensão e relaxar! Adote hábitos saudáveis, planeje suas atividades e seu lazer.
Procurar saber o motivo da tensão, examinando as atividades em casa e no trabalho, para identificar o que é irritante ou causa impaciência planejar melhor a vida, evitando prazos curtos para terminar as tarefas e muitos compromissos no mesmo dia. Não fazer tudo sozinho(a), pedir ajuda. Ter um tempo para as refeições.
fonte: http://www.pispico.med.br/dr-agnaldo/category/sete-passos-para-uma-saude-melhor/estresse/

A cor dos Alimentos


PARA O PÚBLICO


Saber e Saúde


A COR DOS ALIMENTOS



Variedade de cores das frutas e verduras confere propriedades saudáveis aos alimentos


É fácil listar alimentos com cores fortes e chamativas, como tons de vermelho, amarelo e roxo. No entanto, as cores nos alimentos não servem apenas para deixá-los mais bonitos e atraentes. Os pigmentos coloridos dos vegetais e frutas fortalecem o sistema imunológico, previnem doenças do coração e crônico-degenerativas, protegem as células da ação dos radicais livres, entre outros benefícios.


Por isso, quanto mais coloridos os pratos, mais nutritivas serão as refeições. Consumir pratos monocromáticos com frequência pode acelerar o processo de envelhecimento.


Isso é o que explica o nutrólogo Durval Ribas Filho para a revista O Médico & Você nº3. Segundo ele, existem seis grupos de alimentos divididos nas cores branca, vermelha, verde, amarela ou laranja, marrom e roxa ou preta. A seguir, veja as propriedades de cada um desses grupos e exemplos de alimentos que pertencem a eles:


Brancos, como banana, leite e feijão branco: são fontes de potássio e cálcio, o que contribui para a preservação e fortalecimento dos ossos. Também são essenciais para o funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.


Vermelhos, como tomate, morango e pimentão: auxiliam no combate ao cansaço, falta de desejo sexual e depressão. Contêm licopeno, que confere o vermelho aos componentes desse grupo, associado à vitamina C: juntos apresentam efeito antioxidante.


Verdes, como abacate, brócolis e alface: o pigmento é a clorofila, que é um energético celular. Ela limpa o organismo e impede que ele absorva substâncias químicas, além de ajudar a proteger o cabelo e a pele.


Marrons, como nozes, lentilha e soja: por serem ricos em fibras, esses alimentos ajudam a regular o intestino, são vasodilatadores e auxiliam no combate à ansiedade.


Amarelos ou laranjas, como milho, cenoura e mamão: ricos em betacaroteno e vitamina C, os alimentos desse grupo reforçam o sistema de defesa e são importantes na manutenção de tecidos e cabelos.


Roxos ou pretos, como ameixa, beterraba e uva: entre outros benefícios, eles ajudam a retardar o envelhecimento, auxiliam o sistema nervoso e protegem o coração.






Fonte: Revista O Médico e Você (nº3), da Associação Médica Brasileira

Conteúdo produzido pela equipe de Comunicação e Marketing do Portal Unimed e aprovado pelo coordenador técnico-científico: Dr. Carlos Augusto Cardim de Oliveira (CRM/SC: 3.011)
 

terça-feira, 15 de março de 2011

Obesidade infantil

Acesse : www.obesidadeinfantil.org/

Obesidade Infantil

Cuidados com a Saúde

Prevenção e Tratamento da Obesidade Infantil

A obesidade é uma disfunção que assusta cada vez mais pelos seus índices, no Brasil e no mundo. O endocrinologista Dr. Alfredo Halpern ( chefe do grupo de Obesidade e Doenças Metabólicas do Serviço de Endocrinologia do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) lembra, como a maioria dos especialistas, que “obesidade não é falta de caráter ou sem-vergonhice”, é uma doença e deve ser tratada desta forma.

Segundo os dados da Organização Pan-Americana de Saúde, da SBEM, “os inquéritos populacionais têm registrado um alarmante aumento na incidência de obesidade no Brasil nas últimas três décadas”. O documento mostra que, entre 1975 e 1997, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou de 8 para 13% em mulheres; de 3 para 7% em homens; e de 3 para 15% em crianças.

Estes números mostram que a prevalência de obesidade infanto-juvenil no Brasil subiu 240% nas últimas duas décadas. Para o endocrinologista pediátrico, Dr. Luiz Cláudio Castro, é fundamental investir a reeducação dos hábitos alimentares e de atividade física na população infantil. “A educação é o instrumento mais valioso e eficaz para bloquearmos este aumento na incidência da obesidade e suas complicações, de forma a evitarmos que se realize a previsão de que 35% da população adulta brasileira estará obesa em duas décadas (2025)”.

Não basta trabalhar apenas com informações nutricionais, mas estimular a atividade física. Além disso, ele enfatiza que a proposta não deve restringir o trabalho às crianças acima do peso. Todas devem estar envolvidas.

O Programa Escola Saudável tem trabalhado nestas esferas. Os dados preliminares, com mais de 2000 crianças da 1ª à 4ª série do ensino fundamental, em vários Estados brasileiros, mostram que cerca de 23% das crianças da 1 a à 4 a série do ensino fundamental apresentam excesso de peso (variando de 20 a 33% entre as Regiões), e a obesidade atinge cerca de 10% (variando de 5 a 12%), sendo os índices mais baixos no Nordeste e os mais altos no Sudeste e nas escolas particulares.

Desencadeadores

Causada principalmente pela ingestão inadequada de alimentos e falta da prática de exercícios físicos, a obesidade é também desencadeada por fatores ambientais, além de biológicos, hereditários e psicológicos. Seu tratamento requer um diagnóstico detalhado, orientação nutricional e mudanças no estilo de vida. Além disso, é necessário convencer a criança a se alimentar de forma diferente dos seus colegas.

Na fase de crescimento é muito importante que os pais estejam atentos. Brincadeiras de rua, em grupos, são positivas tanto para o físico quanto para o emocional. O incentivo destas atividades possibilita uma maior socialização. Afinal, o isolamento provocado pela obesidade é natural, por se acharem diferentes do seu grupo.

A principal causa da obesidade é ambiental: alimentação inadequada e pouca atividade física. Menos de 5% dos casos se deve a doenças endocrinológicas. A hereditariedade pode ser um fator de risco, mas ela só se manifesta se o ambiente permitir. Em outras palavras, a genética só se manifesta se o ambiente for favorável ao excesso de peso. O tratamento e acompanhamento das crianças com excesso de peso envolve vários aspectos e é sobretudo comportamental, enfocando reeducação nutricional e mudanças no estilo de vida. Um ponto importante, toda a família deve estar envolvida, pois os pais, antes de mais nada, devem dar o exemplo.

Na fase de crescimento é muito importante que os pais estejam atentos quanto ao desenvolvimento orgânico e emocional dos seus filhos. Brincadeiras de rua, em grupos, são positivas tanto no aspecto físico quanto emocional. O incentivo a estas atividades possibilita uma maior socialização. Um dos grandes pontos de preocupação em relação às crianças com excesso de peso é o receio de se isolarem, por se acharem diferentes do seu grupo.

A orientação nutricional deve ser diferenciada. O ideal é que seja prazerosa. É interessante, também, que vá sendo implantada aos poucos, sem ser radical. O importante é que, tanto os pais quanto os endocrinologistas, trabalhem para que a criança não se torne um adulto obeso. De acordo com dados publicados no livro “Pontos para o Gordo” do Dr. Alfredo Halpern, a criança obesa na puberdade tem 40% de chances de manter este quadro na vida adulta. No caso de adolescentes, esta chance aumenta para 70%.

Ainda segundo o especialista, o objetivo primordial do tratamento é que, no mínimo, a criança pare de engordar. “O ideal é alterar a alimentação diária de toda a família”, afirma. O Dr. Halpern indica que os cuidados com uma alimentação saudável devem ser aplicados desde o início da vida dos filhos. Pesquisas comprovam que os índices de obesidade crescem devido aos estilos de vida pouco saudáveis (com alimentação desregrada e sedentarismo).

Assim, ao identificar o ganho excessivo de peso nas crianças, procure orientação médica. Vale lembrar que cerca de 10% da obesidade infantil é causada por distúrbios endócrino-metabólicos. E, nestes casos, o diagnóstico e tratamento imediatos são ainda mais necessários.
Fote: SBEM